Uma breve crítica ao modelo tipológico MBTI

Em primeiro lugar, vamos situar o leitor não familiarizado com o que pretendo criticar. O MBTI (Myers-Briggs Type Indicator) é um indicador de tipos psicológicos baseado nos Tipos de Jung. As diferenças entre as tipologias são claras. Enquanto que a primeira é profundamente embasada e possui uma estrutura de funções superiores e funções inferiores (ou inconscientes), o segundo é uma abstração reducionista que ignora esse pressuposto teórico e acrescenta mais uma variável na tipologia que não possui absolutamente nenhuma necessidade de existir.

Vamos à prática para que me entendam bem:

Na tipologia de Jung há três pares de opostos. O primeiro é Introversão e extroversão. Esse par é denominado atitude psicológica e funciona de forma relativamente autônoma em relação aos outros, que são denominados funções psicológicas. O Introvertido, em linhas gerais, tende a colocar o mundo interior em primeiro lugar, moldando sua percepção do mundo externo segundo esse mais íntimo. O Extrovertido, por outro lado, tende a colocar o mundo exterior em primeiro lugar, moldando o próprio mundo interior segundo tal critério.
Não há indivíduos que são apenas introvertidos ou apenas extrovertidos. Tanto um extrovertido pode ter a faculdade de introversão bem desenvolvida quanto o contrário. No entanto, a consciência se estrutura de maneira que um tipo sempre seja mais influente do que o outro. Jung, por exemplo, que foi quem concebeu os tipos psicológicos, desenvolveu bem a extroversão, mas nunca deixou de ser mais introvertido do que extrovertido. Um ponto interessante é que uma pessoa introvertida pode ter a extroversão mais bem desenvolvida do que uma extrovertida.

Basicamente é isso que esse par de opostos representa. O processo mais dinâmico que acontece nas funções psicológicas funciona em paralelo a esse, mas sem apresentar uma grande dependência como as que possuem entre si.

Há dois pares de opostos: Intuição/Sensação e Pensamento/Sentimento.

As quatro funções funcionam por uma lógica que, aliás, é excluída do modelo Myers-briggs: Existem a função superior e a auxiliar, além da auxiliar inferior e a inferior.
Num exemplo, um indivíduo do tipo pensamento com auxiliar de sensação terá, obrigatoriamente, a auxiliar inferior Intuição e a inferior como Sentimento.
Isso porque as funções formam pares opostos que se excluem: Se o pensamento é mais bem desenvolvido, o seu oposto, o sentimento, tende a ser deixado de lado. A sensação, nesse caso, é auxiliar. Logo, já que ela não é tão bem desenvolvida quanto a razão, a intuição não é tão excluída quanto o sentimento.
Para demonstrar de maneira mais clara o tipo que uso como exemplo:

1)Pensamento
2)Sensação
3)Intuição
4)Sentimento.

Fica claro aqui que há uma relação de proporção: Na medida em que o pensamento fica bem desenvolvido, o seu oposto, o sentimento, se torna inferior (inconsciente). A sensação, no entanto, não é tão imperativa quanto o pensamento, já que é a função auxiliar. Daí decorre que a intuição não fica tão excluída quanto o sentimento.

Esse sistema possui uma enorme plasticidade, já que, durante a vida, a ordem de prioridade dos tipos psicológicos varia, de maneira que a mente busca desenvolver todas as potencialidades. Claro que há casos em que isso não acontece, mas, como é um processo natural, impedi-lo pode causa distúrbios psíquicos, como complexos e efeitos psicossomáticos.
Noutras palavras, a mente se desenvolve de maneira análoga ao corpo, e as diversas funções psicológicas são um aspecto desse crescimento. Da mesma maneira que um indivíduo pode não desenvolver o corpo por subnutrição, por exemplo, também um indivíduo pode não se desenvolver psicologicamente por conta de obstinação e convicções demasiadamente fixadas.
E os “efeitos colaterais” de tal estagnação são como o equivalente psíquico da fome, sede ou abstinência sexual.

Assim, por mais que, no fim da vida, o indivíduo mantenha os traços que teve desde a infância, conforme ele amadurece (se ele permitir que isso aconteça), ele pode desenvolver sua função inferior até um ponto considerável, eliminando, assim, a possibilidade de um modelo para todos o do tipo dele. Se formos usar o tipo acima como exemplo, provavelmente pensaríamos num engenheiro cético e racionalista. É o mais provável. No entanto, ele pode ser, além disso, um escritor e um poeta, sem, com isso, mudar o essencial de seu tipo psicológico. Por isso é muito difícil usar os tipos psicológicos como definição. Devem, antes, ser considerados de maneira plástica com relação a cada caso específico. A tipologia Junguiana não é, de maneira alguma, um modelo padronizado de separar as pessoas em diferentes tipos de função psicológica, tampouco um indicador para a escolha de profissões. Na verdade, Jung critica essa tendência do nosso sistema, que coloca cada tipo de indivíduo numa função correspondente às suas funções superior e auxiliar, renegando suas outras potencialidades e dificultando o processo de amadurecimento. De qualquer maneira, essa dificuldade não é, de maneira alguma, um empecilho definitivo, e essa lógica social é baseada na escassez de recursos: apenas aqueles que não precisam se preocupar com a própria sobrevivência (como Platão, por exemplo) podem se dar ao luxo de colocar tal atividade como prioritária. Isso exclui a maior parte da população, embora, de maneira geral, a própria mente do indivíduo o coloque em situações nas quais ele acaba por se desenvolver.

A tipologia Myers-briggs, no entanto, apresenta um resultado fixado, onde essa complexa relação entre os fatores é desconsiderada e se estabelece um padrão rígido demais para ter grande utilidade na compreensão de pessoas reais. É tão vazia e generalista que beira ao ridículo. Mais um efeito do pragmatismo...
Além disso, há uma falha bem obvia nessa tipologia, que parece ter resultado da ignorância em relação à estrutura tipológica de Jung. Vamos, então, primeiro avaliar que relações existem entre as funções psicológicas.

A intuição determinar as possibilidades de algo. A sensação, as características sensoriais detalhadas sobre ele. A razão determina o que algo é, e o sentimento determina o seu valor.

Para ser bem simples, a Intuição é a avaliação mais abstrata de possibilidades. Apesar de lidar com os fatos percebidos pelos sentidos, ela muitas vezes se baseia em informações inconscientes. Essas podem ter origem na percepção “maior” do cérebro, de uma forma mais avançada de raciocínio inconsciente ou, para quem aceita tais premissas, também podem ter origens na percepção mediúnica¹. Para um intuitivo, é mais importante a teoria por trás de uma coisa do que colocar essa coisa em prática.
Os indivíduos Intuitivos tendem a ser bastante criativos e, por vezes, ingênuos.

A sensação é precisamente o oposto da Intuição. É um tipo de avaliação baseado diretamente dos sentidos e que não considera muitas possibilidades para além do obvio. Essa função é responsável pelos mais diversos tipos de engenhosidade humana. Um engenheiro civil, por exemplo, usa essa função, enquanto que o arquiteto usa a intuição. O sensitivo tende a ter uma memória melhor e maior foco para eventos físicos e práticos, não se preocupando muito com abstrações teóricas.
Os sensitivos tendem a não criar muita coisa nova e a ser bastante “pé no chão”. Aqueles que são racionais como função superior ou auxiliar são céticos.
Essas funções são consideradas como inconscientes e são essencialmente de “percepção”. O intuitivo percebe possibilidades e uma visão geral. O Sensitivo percebe detalhes, erros e riscos.

A função do pensamento é essencialmente lógico. Estou ciente das dificuldades existentes no sentido de definir o que é lógico e o que não é (devido aos diferentes pressupostos estruturais que podem ser utilizados). No entanto, em termos psicológicos, a função do pensamento existe independente de que pressupostos estruturais serão utilizados: seja com premissas Junguianas, Popperianas ou Marxistas, há o pensamento.
Um pensador tende a colocar a “razão”, o “imparcial”, acima de qualquer sentimento. Num exemplo clássico, um racional pode favorecer um inimigo em detrimento do amigo se considerar o inimigo correto no caso em questão. Permanece fiel aos próprios critérios do que seja o mais razoável independente de qualquer sentimento pessoal. Os racionais são freqüentemente definidos como frios.

A função do sentimento é essencialmente “moral”. Noutras palavras, é responsável pelo processo de valoração. De um modo geral, o indivíduo que possui o sentimento como função principal tende a colocar seus valores e as pessoas que ama antes de tudo. Rígidos em relação aos valores morais mesmo que sejam inconsistentes e irracionais, os sentimentais são geralmente muito devotados. No exemplo utilizado acima, defendem o amigo a despeito do fato de que ele está errado. De um modo geral, os sentimentais não são considerados os tipos mais inteligentes, mas certamente são os mais agradáveis e sociáveis, de maneira que, no meio empresarial, por exemplo, podem ter muito mais sucesso do que o mais afiado racional.
Inclusive, isso algo colocado por Daniel Goleman em seu “Social Inteligence” (Inteligência Emocional), apesar de que com objetivos questionáveis, já que muitos indivíduos preferem simular tal capacidade com objetivos egoístas que nada dizem a respeito dos sentimentais, que tendem a ser altruístas.
Esse segundo par de opostos é de funções de julgamento. Ou seja, é como o indivíduo lida com as informações recebidas através das funções de percepção. São as funções racionais.
Creio que(ao menos para os com alguma intuição) tenha ficado bem claro até que ponto essa tipologia pode ser expandida. Ela possui verdadeira plasticidade, como vou demonstrar, em comparação com o MBTI.
No modelo Myers-Briggs, um novo par de opostos é introduzido, chamado Estilo de Vida, onde são inseridas as variáveis Percieving e Judging. Basicamente, os indivíduos do tipo Judging tendem a ser organizados e apreciarem ter o controle da situação, enquanto que os do tipo Percieving tendem a deixar as coisas fluírem e se adapta a elas. Como diz a Wikipédia: “Grosseiramente um Julgador tentará controlar o mundo, enquanto um Perceptivo tentará se adaptar a ele”.
No entanto, não percebem uma falha simples: esse par de opostos é completamente desnecessário, pois tais caracteres psicológicos podem ser facilmente abstraídos de dois aspectos da tipologia Junguiana.
Em primeiro lugar, como já disse, o extrovertido molda a si mesmo segundo o mundo externo e o introvertido molda o mundo externo segundo si mesmo. Ou seja, as atitudes psicológicas são profundamente redundantes em relação ao estilo de vida.
Em segundo, há de se perceber a diferença entre dois tipos próximos:

Tipo 1

1)Sentimento
2)Intuição
3)Sensação
4)Pensameto

Tipo 2

1)Intuição
2)Sentimento
3)Pensamento
4)Sensação

Tendo em especial consideração aquilo que falei sobre a plasticidade da tipologia e que um pensador pode ter os sentimentos mais desenvolvidos do que um sentimental, vamos adiante.
O primeiro tipo possui como função superior o Sentimento, que é uma função de julgamento (judging) consciente. De um modo geral, tanto os tipos de função superior pensamento quanto os de sentimento procuram controlar as coisas, já que o juízo sobre o que é percebido tem prioridade sobre a percepção.
O segundo possui como função inferior a intuição, que é uma função irracional de percepção. A não ser que aceitemos a premissa de que a nossa percepção serve para estabelecer controle sobre a realidade, há de se presumir que o segundo exemplo tem maior tendência a se adaptar do que o primeiro. Isso porque ele percebe (da sua maneira) os acontecimentos com maior facilidade do que emite juízos sobre ele.
Assim, o par de opostos estilo de vida é desnecessário, já que a lógica na ordem das quatro funções de Jung combinada com a atitude psicológica já englobam, de maneira dinâmica(e não reducionista) todas as possibilidades de Judging/percieving.
Em linhas gerais, o MBTI não pode ser tão plástico, já que é baseado em algoritmos (nas versões digitais) ou em pontuações simples nos testes de papel. Logo, ele precisa determinar 16 tipos psicológicos e um texto para cada um deles. Ou seja, se o indivíduo é do tipo INTJ², não será levado em consideração se é a intuição ou o pensamento que ocupa o lugar de função superior. Terá que se presumir um equilíbrio entre as duas funções que é tão comum quando uma franquia do Mcdonalds instalada na Lua.
Assim, todo o dinamismo da posição Junguiana é deixado de lado em nome de um pragmatismo totalmente injustificado. Não há como avaliar uma pessoa em termos tão rígidos, e o MBTI é essencialmente assim: simples, rígido, reducionista. Noob(:p)
Além disso, há o quarto par de opostos, que chega pra compensar a grave falha do sistema reducionista e substituir a lógica da qual falei acima: que Judging são os indivíduos com funções conscientes superiores e Percieving são indivíduos com funções inconscientes superiores. Isso altera tão profundamente a profundidade e a inteligência da tipologia Junguiana que ele deve estar se revirando em seu túmulo por associarem esse absurdo ao sue pensamento.
Além disso, o MBTI é usado como guia na escolha de profissões, enquanto que o objetivo da tipologia Junguiana era auxiliar o indivíduo na compreensão de sua mente e, assim, ajudá-lo a desenvolver as funções inferiores. Basicamente, o objetivo do MBTI é exatamente o contrário daquele de Jung: enquanto um (o de Jung) é humanista e pretende auxiliar o indivíduo a desenvolver todas as suas potencialidades, o outro (MBTI) pretende apenas colocar o indivíduo no seu “lugar”, ditando a ele quais são seus talentos e que profissões pode seguir com sucesso.
Noutras palavras, pegaram um sistema plástico e profundo para a compreensão e auxílio do ser humano e o transformaram numa forma rígida que serve para aprisionar o ser humano em suas funções superiores.
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1) Tal afirmação fica bem clara para quem aceita tais premissas e pode ser excluída por quem as nega sem que a integridade do texto seja perdida. No entanto, vejo muitas evidências(que algum dia ainda trarei pro blog) de que realmente pelo menos parte desse tipo de percepção esteja conectado a alguma forma de Transcendência. E não vejo problema nenhum em chamar isso de espíritos, alienígenas, Deus, deuses. Pra mim é tão válido quando dizer que são alucinações. Nenhuma dessas afirmações é mais segura. Todas as premissas são parciais.
2) Introversão, intuição, Pensamento (Thinking) e “Julgamento”(Judging)

5 comentários:

Thiago disse...

"Para um intuitivo, é mais importante a teoria por trás de uma coisa do que colocar essa coisa em prática." -- Isto está errado.

Você descreveu apenas uma das duas orientações de cada função. Por exemplo, a "avaliação mais abstrata de possibilidades", como você colocou, é a intuição extrovertida (estude mais).

A Wikipedia já aborda a teoria sobre o par de opostos P/J de forma extremamente imcompleta e superficial, para leigos. E você ainda faz um resumo disso e usa como argumento.

"Basicamente, o objetivo do MBTI é exatamente o contrário daquele de Jung: enquanto um (o de Jung) é humanista e pretende auxiliar o indivíduo a desenvolver todas as suas potencialidades, o outro (MBTI) pretende apenas colocar o indivíduo no seu “lugar”, ditando a ele quais são seus talentos e que profissões pode seguir com sucesso." -- Isto está errado. Por mais que hajam inumeráveis adendos nas descrições e indicações dos profissionais ligados ao MBTI tentando evitar este tipo de mal entendimento, você os ignorou completamente aqui.

Sua intenção ao escrever este texto se baseia em pura vaidade. E isso é ruim porque tornou o seu texto inútil e a sua capacidade de escrever desperdiçada

Obs.: não precisa publicar o comentário.

Silas disse...

Thiago:

Fique tranquilo. Seu comentário não será removido e, aliás, peço que seja mais detalhado e fulminante em sua crítica.

Esse texto, como muitos outros, é uma brincadeira. Como ressaltei no meu último texto:

trata-se de uma brincadeira. Sinta-se à vontade pra brincar comigo.

QUanto à sua crítica:

Você disse: “"Para um intuitivo, é mais importante a teoria por trás de uma coisa do que colocar essa coisa em prática." -- Isto está errado.”

Respondo: Não sei do que você está falando quando afirma que isso está errado. Você pode detalhar melhor esse ponto?
Você disse: “Você descreveu apenas uma das duas orientações de cada função. Por exemplo, a "avaliação mais abstrata de possibilidades", como você colocou, é a intuição extrovertida (estude mais).”

Respondo: Eu não me referi, aqui, a atitude, mas à função psicológica da intuição. Se é introvertida ou introvertida, isso não vem ao caso, pois o texto se baseia em dois pontos que não circundam tal crítica.

Você disse: “Isto está errado. Por mais que hajam inumeráveis adendos nas descrições e indicações dos profissionais ligados ao MBTI tentando evitar este tipo de mal entendimento, você os ignorou completamente aqui.”

Respondo: Pelo que sei, tal teste é utilizado para orientação profissional. Busca, de maneira “precisa” determinar um tipo e projetar um texto que padronize o indivíduo. Se você possui objeções a isso, apresente-as ao invés de dizer que elas existem sem fazer qualquer menção. Além disso, deve-se ter em mente que Jun criou sua tipologia como ferramenta intuitiva a ser utilizada na análise, e não para ser deturpada e transformada num teste programado.

Fale mais sobre o porquê de o MBTI ignorar a questão da função superior e a auxiliar e sobre a relevância da variável P/J.

Thiago disse...

Minha sugestão:
1. Google
2. Mais tempo de estudo (mais tempo mesmo)
3. Conhecer o tipo das pessoas que convivem com você (fala para elas que você está pesquisando e que se elas fizessem o teste e te contassem o resultado contribuiria com sua pesquisa), observar, observar, observar (pelo menos 30 pessoas) e validar por si mesmo a teoria

Não há como eu entrar em detalhes, a não ser que você me pague pelo enorme tempo que gastaria reproduzindo todo o vasto conteúdo sobre esse assunto. O que você não vai fazer, é claro, pois já está tudo aí, pronto e disponível.

Por enquanto entre aqui: http://www.personalitypathways.com/faces.html
e, como diria minha mãe com as melhores intenções, "se vire". E, se vir a concordar comigo, tire esse texto do ar, porque se alguém (como no meu caso) procurar alguma crítica "válida" à teoria de tipos psicológicos Jung/MBTI, vai entrar aqui, perder tempo e sair sem nada. Muito provavelmente só quem já leu muito sobre o assunto vai acessar e ler essa sua crítica.

Silas disse...

Você já jogou o seu tempo fora. Se alguém procura uma crítica válida num blog de um moleque de vinte anos que gosta de brincar de pensar, esse alguém não entende a dinâmica do meio acadêmico. Aliás, quem em sã consciência busca pesquisar em blogs pessoais?

Seus comentários não acrescentaram nada ao blog e foram indecorosos sem necessidade. Só falta agora você me censurar porque, quando menino, declarei que Morango e Chocolate eram opostos.

Eu sou uma criança e agora estou brincando noutro jardim. Se você quer me passar alguma lição, não será através de grosseria que isso vai acontecer. Esse texto, como todos os outros desse blog, nunca serão esquecidos, pois eles nem são notados.

Não estou com saco pra aturar gente agressiva e sem noção. Se você quer brincar, apresente argumentos sucintos. Se não, vá cuidar da sua vida e deixe o blog quieto. É só um blog, porra...

Unknown disse...

Caro Silas, parabéns pela iniciativa de levantar a discussão, isso bom.

Estudo PNL e fiz um treinamento aonde foi utilizado o MBTI. De fato essa ferramenta não é bem utilizada, pois engessa a pessoa. O pessoal saiu da sala sem nomes, eles passaram a se chamar apenas por siglas. Pior ainda, as críticas sobre os opostos se acirraram, deixamos de ver o ser humano e passamos a ver siglas, isso é muito ruim.
Não tenho nenhuma formação em psicologia e gostaria de obter maiores informações sobre o tema MBTI.

Abraços fraternais.

Leo Velasco