An open wound
Postado por Silas às sábado, setembro 17, 2011 1 comentários
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A Sombra e o por do sol
Postado por Silas às segunda-feira, agosto 01, 2011 0 comentários
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Deixem-me voltar pra casa
Postado por Silas às segunda-feira, junho 20, 2011 0 comentários
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Estávamos na praia
Angel's Sleep
Postado por Silas às sexta-feira, outubro 29, 2010 0 comentários
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Hera
Define as estações do ano
Ela é a rainha do Olimpo
Odeia a infidelidade
Eu quis tomar Perséfone
Sim, levá-la para o submundo
Torná-la minha rainha
Cuidando dos mortos
Como se fossem seus filhos
Mas hera interferiu.
Desde o começo...
Ela a trouxe de volta
E com ela, a primavera
Quando a vejo no mundo dos vivos
Minha avidez por possuí-la passa
Até minha vivência infernal amansa
Tantas cores, tantos aromas...
Hera, que deveria estar ofendida,
Veio me resgatar do meu tormento
Trabalhando em silêncio
Pensando que não a ouço...
Postado por Silas às domingo, outubro 17, 2010 2 comentários
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What i am to you
Postado por Silas às sábado, outubro 09, 2010 2 comentários
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Lua
No meio da escuridão
Vem encantar, encaminhar
Tomar para si toda a atenção
Denomino-te Deusa
Presto-te homenagens
Subo em altas montanhas
Senão para tocá-la,
Para ao menos vê-la mais de perto
Sou eu que imagino coisas,
Ou você tem mesmo esse rosto lindo¿
Sou louco,
Ou você olha pra mim¿
Eu quero me banhar na sua luz,
Girar na tua órbita
Quero ser um com você,
E esquecer todo o resto...
Eu sou um lunático!
Postado por Silas às terça-feira, setembro 14, 2010 0 comentários
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Hell's Fire(Flower)
Postado por Silas às sexta-feira, setembro 03, 2010 0 comentários
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Branca de Neve
Postado por Silas às domingo, agosto 29, 2010 1 comentários
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The Car
Mas estava voando
Tudo silencioso
Mas com ruído insuportável
Porque assim?
Porque não lá?
Porque... ?
Destino, talvez?
Ainda sinto a marca
Os olhinhos fechados
Boca latejando
Transe, êxtase, paz
Estávamos num carro
Calor da pele, do coração
Diante do inimigo
O Frio, o gelo, A estrada
O carro veio atrás de mim
Mas eu estava na janela errada
Será que eu teria chorado vendo cena?
Mataria a saudade?
Quero passear lá novamente
Nos dias de sol frios
Noites de lugares estranhos
Estacionamentos calorosos...
Quero passear no carro...
Postado por Silas às segunda-feira, junho 07, 2010 2 comentários
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The Blue Flower
Por um caminho que nem conhecia
Nem abria muito meus olhos
Só andava, sem paixão...
Eu às vezes via miragens
Com meus olhos fechados
Eu via flores
Uma mais bela que a outra
E todas as vezes era ilusão
Foram tantos enganos
Que quando ela surgiu
Nem acreditei
Parei, olhei, hesitei.
Não acreditei...
Já havia visto tantas flores de mentira
Que não tinha mais fé
Mas essa é diferente
Ela sim possui aquele aroma
Aquele que te faz querer mais
Eu fui à direção dela
Ela se fechou
Voltei e ela se abriu
Fui de novo e ela fechou
Eu tinha que esperar o momento certo
Quis me convencer que era miragem
Mas não consegui
E o que me salvou mesmo
Foi um milagre
Na noite, no momento de descanso
Eu a assisti, tão bela
Estava decidido a seguir em frente
Chorava por partir, sorria com lembranças
Mas ela se abriu
No meio da noite
Contra todas as expectativas
E mesmo naquela noite sem lua
Estava azul
O vento ajudou, e senti seu aroma
Tão suave...
Se abriu pra mim!
É real, se abriu de noite!
Riam, digam que é mentira
Que sou louco!
Nunca me importei mesmo...
O que sei é que ela se abriu
O que mais importa?
Postado por Silas às sábado, maio 29, 2010 1 comentários
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Of mice and men
Cheiro forte, luz fraca
Minha cabeça girando
Meus olhos queimando
O meu corpo falhava
Meu sangue fervia
Uma fumaça negra me rodeava
Fecharam o bueiro
Dentro da escuridão
Meus olhos se acostumaram
Vi luz onde não esperava
Vi muitos ratos
Pensei que iriam me devorar
Não imaginava o que eles comem
Eles me rodearam
Cheios de interesse
Fechei os olhos
Os senti tocando me tocando
Em volta de mim
Nenhum subiu em cima
Ouvi o som de uma queda d’água
Se tornava mais intenso
Até que caí, abri os olhos
Água salgada, ardeu...
Dois ratos caíram comigo
Os levei até a areia, e sumiram
Nem me dei conta do horário
Era manhã, e o sol nunca esteve tão lindo...
Recebi amor de ratos
E não de homens
Os pequenos e indefesos
Salvaram meu espírito...
Porque vivo em esgotos
Sou chamado de louco
Mas os grandes homens
Têm cheiro pior...
Postado por Silas às quarta-feira, abril 07, 2010 1 comentários
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Força de vontade
Força de vontade, força de vida
Vá, adiante, cabeça erguida
Mas eu nem sou desse mundo...
Aqui tem coisas simples
Que desaprendi a apreciar
Aqui os detalhes são mais interessantes
O principal não tem graça
As pessoas andam pra lá e pra cá
Elas querem, elas perseguem
Nem sabem quem são
Mas isso nem importa
Eu sei quem sou, de onde vim
Já cheguei a uma conclusão satisfatória
Não sei meu destino, mas sei quem sabe
Só não consigo andar
Eu sei o caminho do paraíso
Mas não tenho força pra saltar
Não consigo chegar lá
Porque não tenho nenhuma
Força de vontade
O herói precisa de uma musa
O algoz de uma vítima
O salvador de inocentes
O sábio de loucos
Todos possuem uma fonte
Um por amor, outro por ódio
Um por piedade, outro por indignação
Mas eu não
Não tenho musa, nem vítima
Não tenho a quem salvar
Tampouco alguém a ensinar
Onde tudo foi parar?
Às vezes esqueço que sou louco
Penso que não inventei meu mentor
E me pergunto num tom pesaroso
“Porque você me escolheu?”
“Porque os miseráveis precisam de mais.”
“São desajustados por fora,”
“Vazios por dentro”
“Precisam de grandes espíritos”
Postado por Silas às quarta-feira, março 31, 2010 0 comentários
Enganos no amor
Sempre esteve ao que parece
E ignorou completamente
Minhas acusações de engano
Primeiro se mostrou em loucura
Depois em volúpia
Mais tarde se tornou um sonho
E depois uma invenção arbitrária
Em cada fase, em cada momento
Identifiquei falhas e erros
Enganos no amor, do amor
Sobre o amor
A loucura me matou
E me fez renascer
Sem ela eu não chegaria aqui
Louco, são e nenhum dos dois
A volúpia destruiu a ordem
Tudo se reduziu ao impulso
Soltou meus braços duros
Aprendi a dançar
Meu sonho me mostrou o caminho
Eu aprendi a andar
Num caminho de mentira
Minhas pernas estão fortes por isso
E a invenção abriu meus olhos
Não sou senhor do meu destino
Nem mesmo sei quem sou
Como posso dizer
Que há enganos no amor?
Postado por Silas às domingo, fevereiro 21, 2010 1 comentários
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Espinhos na minha cama
E fui eu que os coloquei ali
Meu sangue já manchou o pano
Só porque eu quis
Nem sei se quero mesmo sofrer
To deitado agora nos espinhos
Lamentando por tê-los deixado aqui
E incapaz de me livrar deles.
É claro que também há uma rosa
E tem vezes que eu nem me furo
Tem sempre um cheiro bom
Mas as feridas não fecharam
Meu sangue está saindo
Minha vida vai acabando
Enquanto eu tenho rosas
E espinhos na minha cama...
Postado por Silas às terça-feira, janeiro 05, 2010 0 comentários
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Nunca seremos
Agora digo isso com certeza
Nunca seremos um
É lamentável e libertador
Dolorido e estimulante
Porque eu dou
E você recebe
Nada mais
Nem peço nada
Se pedir, você foge
Você me convida para a sua casa
E me manda trazer o jantar
Se não temperei bem
Não me chama mais
Porque meu valor vem disso
Do sustento pro teu espírito
Mas isso acabou
Não me ajoelho mais
Você deixou claro
Que nunca seremos um
Que queria que eu fosse um membro
Como um braço
Bom quando é útil
Você não barganhou com a carne
Só deixou minha ilusão fluir
Eu me apaixonei pela sua máscara
Mas sua alma me desiludiu
Se você estivesse aqui
Diria o obvio
Não tem nada a dizer
Não se interessa
Decreto o fim
Não me procure mais
Não se confesse comigo
Não espere que eu te entenda
Postado por Silas às sexta-feira, dezembro 04, 2009 0 comentários
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O rosto da Deusa
Entorpecido, perplexo
É belo e divino
Malicioso e poderoso
Ela tem lindos dentes alinhados
Caninos afiados, lábios convidativos
Tem cabelos longos e lisos
Com folhas que se envolvem entre os fios
Tudo nela é original
A lua vive na testa dela
Seus olhos não só recebem luz
Eles também a emitem
Ela auxilia-me na escuridão
Não sou totalmente cego
Graças ao rosto da deusa
Postado por Silas às quarta-feira, novembro 04, 2009 0 comentários
Eu vou lembrar
Daquilo que foi,E que ainda é.
Que esqueci,
Que tive que esquecer.
Vou lembrar de você,
De nós, de tudo.
E aí haverá simbiose,
Sim, o fim da separação.
O Portão do submundo
Cairá por terra.
Ele mesmo será a ponte,
E me levará a outro domínio.
Aí poderei chegar aí.
No seu universo...
Vou me queimar no teu fogo,
Refrescar-me no teu rio.
Eu vou voar nas tuas nuvens,
Deixar o meu rastro.
Quando isso acontecer,
Eu serei eu
Porque eu hoje sou uma miragem
Um vulto no nevoeiro...
Postado por Silas às terça-feira, outubro 13, 2009 0 comentários
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Você também sente?
Quando te olho,
Sinto uma chama secular
Vejo-te como uma deusa
Amiga, amante, esposa, mãe, irmã.
São diferentes formas de amor
Todas unidas numa só
Que não podem se distinguir
Não podem se separar
Quando vejo teus olhos
Penso que já nasceram me conhecendo
Que quando pousaram sobre mim
Só se lembraram
Isso porque eu me sinto assim
Como que desperto para ti
Sim, me lembro de você.
Filha da Deusa
Você também sente esse amor?
Esse que une sem prender?
Que liberta sem deixar só?
Que não pode ser definido, mas apenas sentido?
Postado por Silas às domingo, outubro 11, 2009 0 comentários
















